7 coisas inacreditáveis que os drones já podem fazer
A tecnologia veio com uma promessa de muitas mudanças para o futuro. Afinal, quem não quer ter um produto pequeno, capaz de voar e carregar objetivos de todo tipo? Pense nas possibilidades que você tem com eles, é simplesmente empolgante. Mas será que você sabe do que eles são capazes? Bom, nós trouxemos para nossos leitores 7 coisas inacreditáveis que os drones já são capazes de fazer.
1 – Drone lança-chamas
Mesmo que os drones sejam considerados uma tecnologia nova, é importante destacar que eles já eram usados em operações militares há algum tempo. Logo, não é difícil pensar que pessoas adicionaram armas a esses dispositivos. No caso desse, o transformaram em um lança-chamas voador.
No vídeo acima podemos observar o drone incendiando um peru com facilidade. Seu jato é capaz de colocar em chamas vários objetos próximos do alvo.
2 – Transporte pessoal
Você já pensou na possibilidade de voar em um drone? Não? Bom, muitas pessoas tiveram essa ideia e já estão colocando em prática. Os exemplos são vários como o Volocopter, que lembra bastante um helicóptero. Teria coragem de voar em um desses?
3 – Drone entregador
Talvez essa seja a função mais utilizada para esse veículo. No futuro isso provavelmente se expandirá e todo o processo de entregas poderá ser feito por esses robôs. Podemos ir até mais longe: Imagine você pedindo uma pizza e 5 minutos depois ela chegar em um drone? Bem legal, não?
4 – Trapacear em Pokémon GO
Quem não se lembra quando Pokémon Go saiu, não é verdade? Foi uma febre que atingiu o mundo inteiro. O problema é que nem todas as pessoas estão dispostas a andar por aí caçando os monstrinhos. Não se preocupe, basta você juntar seu celular com um aparelho como o PokéDrone, que você pode caçá-los à distância.
5 – Drone com motosserra
A ideia de colocar um lança-chamas não parece ter sido suficiente. Finlandeses simplesmente tiveram a ideia de colocar uma motosserra no drone e ver do que ele era capaz. Por incrível que pareça, o aparelho conseguiu usar com o item muita precisão, cortando facilmente madeira e pedaços sólidos de gelo.
6 – Drone cabelereiro?
Quer uma receita para um desastre? Junte um drone com objetos cortantes usados para cortar seu cabelo. Afinal, o que poderia dar de errado, não é mesmo? O simples fato de que há alguém fazendo isso já é suficiente para provar que, no futuro, os cabeleireiros de carne e osso podem dar lugar a robôs voadores.
7 – Caça-drones
Parece um pouco estranho, né? Mas é exatamente isso que acontece em alguns lugares. A tecnologia chamada Robotic Falconry consiste em usar drones especialmente equipados para prender e abater outros drones. Seu conceito é bastante simples: pegue um desses veículos, equipe-o com um lançador de redes e coloque-o para caçar sua presa.
Vídeo: 6 utilidades alternativas que já existem para drones – TecMundo
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Cientistas e equipes médicas já desenvolvem projetos que visam imprimir próteses, órgãos, ossos, tecidos do corpo e remédios.




Especialistas da Microsoft criaram um programa artificialmente inteligente que pode “sentir” emoções e conversar com as pessoas de maneira mais natural e “humana”. Chamado Xiaoice, este AI responde perguntas como uma menina de 17 anos. Se ela não conhece o assunto, ela pode mentir. Se ela for pega, ela pode ficar brava ou envergonhada. Xiaoice também pode ser sarcástica e impaciente.
Esta é Yangyang, uma máquina artificialmente inteligente, que cordialmente te comprimento com um aperto de mão e um caloroso abraço. Yangyang foi desenvolvido por Hiroshi Ishiguro, um especialista em robôs japonês, e Song Yang, um professor chinês de robótica.
O Facebook é inegavelmente a plataforma de mídia social mais influente e poderosa atualmente. Toda vez que usamos o site, estamos interagindo inconscientemente com uma inteligência artificial. Durante uma feira em Berlim, Mark Zuckerberg explicou como o Facebook está usando a inteligência artificial para entender nosso comportamento.
Muitos de nós temem que os robôs nos exterminem, mas os cientistas dizem que devemos estar mais preocupados com algo menos horripilante, como nossos empregos. Vários especialistas estão preocupados com o fato de que os avanços em inteligência artificial e automação podem resultar em muitas pessoas perdendo seus empregos. Somente nos Estados Unidos, existem 250 mil robôs que realizam trabalhos que os humanos costumavam fazer. O que é mais alarmante é que esse númeVÍro está aumentando em grande velocidade.
Um grupo de pesquisadores realizou um estudo segundo o qual, em apenas 30 anos, os humanos terão que competir com os robôs por vagas de emprego; o que implicaria, em muitos casos, na necessidade de enxertar implantes que tornem os humanos mais robóticos, ou seja, mais eficientes para essa competição. De acordo com o estudo citado pelo jornal britânico Daily Mail, em 2040, o ser humano será submetido aos implantes biônicos nos ouvidos, chips de segurança nos dedos e tudo mais que é inventado para melhorar a aptidão física e mental. De qualquer forma, o estudo afirma que muitos empregos não podem ser desempenhados por robôs, como os que implicam a tomada de decisões e a criatividade; ou, como, por exemplo, a própria construção de robôs.
Cientistas norte-americanos do SIR International já desenvolveram e construíram formigas-robô que ajudaram a melhorar muito a performance da fabricação de pequenos objetos de vidro, metal ou madeira. Essas formigas trabalhadoras robóticas se movem a uma velocidade de 35cm por segundo e poderiam ser muito úteis na construção de estruturas celulares artificiais ou circuitos elétricos.
O que o presente da robótica propõe é bem diferente da imagem difundida no cinema pelo famoso Exterminador do Futuro: serão robôs quase sempre pequenos, flexíveis e compostos de partes macias. Assim é Bubbles, um peixe-robô idêntico a uma tenda, desenvolvido no Instituo de Tecnologia de Massachusetts. Trata-se do primeiro robô autônomo e autossuficiente feito quase inteiramente de partes macias. Acontece que os robôs macios não requerem controle total de seus movimentos (como acontece com os rígidos), por isso são melhores para atuar em ambientes onde não podemos exercer muito controle, como, por exemplo, um lugar devastado por um desastre natural.