Ética e privacidade digital

A ética e a privacidade digitais são preocupações crescentes para indivíduos, organizações e governos. As pessoas estão cada vez mais preocupadas sobre como suas informações pessoais estão sendo usadas por organizações nos setores público e privado, e a reação só aumentará para organizações que não estejam abordando proativamente essas preocupações.

“Qualquer discussão sobre privacidade deve ser fundamentada no tópico mais amplo da ética digital e na confiança de seus clientes, constituintes e funcionários. Embora a privacidade e a segurança sejam componentes fundamentais na construção da confiança, a confiança é, na verdade, mais do que apenas esses componentes . Confiança é a aceitação da verdade de uma declaração sem evidência ou investigação. Em última análise, a posição de uma organização sobre a privacidade deve ser impulsionada por sua posição mais ampla sobre ética e confiança. Mudar de privacidade para ética leva a conversa para além de ‘estamos em conformidade’ em direção a ‘estamos fazendo a coisa certa’.

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Pedro pedro 24 de novembro de 2018 0 Comments

Experiência imersiva

As plataformas de conversação estão mudando a maneira como as pessoas interagem com o mundo digital. A realidade virtual (VR), a realidade aumentada (AR) e a realidade mista (MR) estão mudando a maneira pela qual as pessoas percebem o mundo digital. Essa mudança combinada nos modelos de percepção e interação leva à experiência imersiva do usuário no futuro.

“Com o tempo, passaremos do pensamento sobre dispositivos individuais e tecnologias de interface de usuário fragmentada (UI) para uma experiência multicanal e multimodal. A experiência multimodal conectará pessoas com o mundo digital em centenas de dispositivos periféricos que os cercam, incluindo dispositivos de computação tradicionais, wearables, automóveis, sensores ambientais e aparelhos de consumo”, disse Cearley. “A experiência multicanal usará todos os sentidos humanos, bem como os sentidos avançados do computador (como calor, umidade e radar) nesses dispositivos multimodais. Esse ambiente multi-experiência criará uma experiência de ambiente na qual os espaços que nos cercam definem ‘computador’ em vez dos dispositivos individuais. Com efeito, o ambiente é o computador”.

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Pedro pedro 24 de novembro de 2018 0 Comments

7 coisas inacreditáveis que os drones já podem fazer

A tecnologia veio com uma promessa de muitas mudanças para o futuro. Afinal, quem não quer ter um produto pequeno, capaz de voar e carregar objetivos de todo tipo? Pense nas possibilidades que você tem com eles, é simplesmente empolgante. Mas será que você sabe do que eles são capazes? Bom, nós trouxemos para nossos leitores 7 coisas inacreditáveis que os drones já são capazes de fazer.

1 – Drone lança-chamas

Mesmo que os drones sejam considerados uma tecnologia nova, é importante destacar que eles já eram usados em operações militares há algum tempo. Logo, não é difícil pensar que pessoas adicionaram armas a esses dispositivos. No caso desse, o transformaram em um lança-chamas voador.

No vídeo acima podemos observar o drone incendiando um peru com facilidade. Seu jato é capaz de colocar em chamas vários objetos próximos do alvo.

2 – Transporte pessoal

Você já pensou na possibilidade de voar em um drone? Não? Bom, muitas pessoas tiveram essa ideia e já estão colocando em prática. Os exemplos são vários como o Volocopter, que lembra bastante um helicóptero. Teria coragem de voar em um desses?

 

3 – Drone entregador

Talvez essa seja a função mais utilizada para esse veículo. No futuro isso provavelmente se expandirá e todo o processo de entregas poderá ser feito por esses robôs. Podemos ir até mais longe: Imagine você pedindo uma pizza e 5 minutos depois ela chegar em um drone? Bem legal, não?

4 – Trapacear em Pokémon GO

Quem não se lembra quando Pokémon Go saiu, não é verdade? Foi uma febre que atingiu o mundo inteiro. O problema é que nem todas as pessoas estão dispostas a andar por aí caçando os monstrinhos. Não se preocupe, basta você juntar seu celular com um aparelho como o PokéDrone, que você pode caçá-los à distância.

5 – Drone com motosserra

A ideia de colocar um lança-chamas não parece ter sido suficiente. Finlandeses simplesmente tiveram a ideia de colocar uma motosserra no drone e ver do que ele era capaz. Por incrível que pareça, o aparelho conseguiu usar com o item muita precisão, cortando facilmente madeira e pedaços sólidos de gelo.

6 – Drone cabelereiro?

Quer uma receita para um desastre? Junte um drone com objetos cortantes usados para cortar seu cabelo. Afinal, o que poderia dar de errado, não é mesmo? O simples fato de que há alguém fazendo isso já é suficiente para provar que, no futuro, os cabeleireiros de carne e osso podem dar lugar a robôs voadores.

7 – Caça-drones

Parece um pouco estranho, né? Mas é exatamente isso que acontece em alguns lugares. A tecnologia chamada Robotic Falconry consiste em usar drones especialmente equipados para prender e abater outros drones. Seu conceito é bastante simples: pegue um desses veículos, equipe-o com um lançador de redes e coloque-o para caçar sua presa.


 

Vídeo: 6 utilidades alternativas que já existem para drones – TecMundo

 

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Pedro pedro 31 de outubro de 2018 0 Comments

7 curiosidades sobre impressão 3D

Se antes a impressão 3D parecia fazer parte de um futuro distante, hoje o processo já é parte da rotina da indústria. Ainda que em âmbito industrial essa técnica seja muito presente, a novidade é que a impressora 3D está, aos poucos, se popularizando também para o consumo geral.

Com o avanço tecnológico e o aprimoramento das máquinas, a impressora 3D tornou-se um equipamento de alta precisão e que pode ser usado para diferentes fins. Além da impressão de peças industriais, a técnica vem sendo usada para impressão de objetos comuns e como parte de projetos de artistas e engenheiros no mundo todo.

Quer saber mais sobre impressão 3D? Confira a seguir algumas curiosidades sobre a técnica!


1. A primeira impressora 3D

Já tem mais de 30 anos de existência. Embora só agora a impressão 3D esteja chegando ao uso comum, a invenção do equipamento data de 1984. O inventor da impressora 3D foi o norte-americano Chuck Hull – que fundou, dois anos depois, a 3D Systems, empresa produtora dessas máquinas.


2. A impressora 3D ainda é um equipamento caro

Em média, o preço de uma máquina parte de R$ 3.000 e pode ultrapassar a soma de R$ 45.000, conforme o modelo e nível de detalhamento da impressão.


3. Passos para fazer uma impressão em 3D

Para imprimir um objeto em uma impressora 3D é preciso, antes, projetar um modelo digital tridimensional. Hoje não é mais necessário saber operar softwares para desenvolvimento desses projetos: vários sites fornecem modelos digitais para impressão 3D gratuitos.


4. É possível imprimir uma boa variedade de materiais na impressora 3D

Há equipamentos que imprimem plástico, borracha, resina, alumínio, gesso, metais, entre outros. Assim, a impressão 3D pode gerar peças, ferramentas, brinquedos e objetos domésticos variados.


5. Também é possível imprimir comida em uma impressora 3D

Alguns projetos já possibilitaram impressão de sorvete, de chocolates e até de pequenas gelatinas com sabor concentrado de frutas.


6. Há inúmeras pesquisas na área de saúde que utilizam técnicas de impressão 3D

Cientistas e equipes médicas já desenvolvem projetos que visam imprimir próteses, órgãos, ossos, tecidos do corpo e remédios.


7. Automóvel em impressão 3D

LSEV: carro é feito com impressora 3D e deve chegar ao mercado em 2019.

Em 2014, a empresa estadunidense Local Motors apresentou um carro fabricado através da impressão 3D. Chamado de Strati, o modelo tem toda sua carcaça produzida com essa tecnologia, utilizando plástico reforçado com fibra de carbono. Outras partes, como o motor e o câmbio, foram emprestados de outro carro. A montagem do Strati levou cerca de 44 horas.


 

 

Vídeo: 10 Coisas Incríveis Que Uma Impressora 3D Pode Fazer

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Pedro pedro 31 de outubro de 2018 0 Comments

7 fatos sobre a Inteligência Artificial de assustar

Confira alguns avanços notáveis da AI que fizeram com que pessoas de renome mundial expressassem suas preocupações.

1. Eles já sabem distinguir o certo e errado

Cena do filme “Eu, robô”

Cientistas estão desenvolvendo novos métodos que permitirão que máquinas discernam o que é certo do errado . Ao fazer isso, os AIs se tornarão mais empáticos e humanos. Murray Shanahan, professor de robótica cognitiva na Imperial College de Londres, acredita que esta é a chave para evitar que as máquinas exterminem a humanidade.

No entanto, há um grande perigo em ensinar valores humanos à robôs artificialmente inteligentes. Se você olhar para a história da humanidade, descobrirá que, apesar de sabermos o que é certo e o que é errado, as pessoas ainda são capazes de coisas abomináveis. Basta olhar para Hitler, por exemplo. Se os humanos são capazes de exterminar uns aos outros, o que impede um AI de fazer o mesmo?


2. Eles estão começando a ser usados como armas

Veiculo robô do exército iraquiano se junta as tropas e deixa terroristas do estado islâmico chocados.

Em um esforço para garantir uma vantagem militar sobre a China e a Rússia, o Pentágono propôs um orçamento de US $ 12 bilhões a US $ 15 bilhões para o ano de 2017. O exército dos EUA sabe que, para se manter à frente de seus inimigos, precisa explorar essa tecnologia. O Pentágono planeja usar grande parte do orçamento para desenvolver máquinas de aprendizado profundo e robôs autônomos ao lado de outras novas tecnologias. Com isso em mente, não seria surpreendente que em alguns anos, os militares usarão “robôs assassinos” dotados de inteligência no campo de batalha.


3. Em breve invadirão nossos cérebros

Neural Nanotechnology

Não seria incrível se pudéssemos aprender um linguá diferente em questão de minutos, simplesmente baixando isso nos nossos cérebros? Esse feito aparentemente impossível pode acontecer no em um futuro próximo. Ray Kurzweil, diretor de engenharia do Google, prevê que, até 2030, “nanobots implantados em nossos cérebros nos tornarão deuses. Ao ter pequenos robôs dentro de nossas cabeças, poderemos acessar e aprender qualquer informação em questão de minutos.

O potencial para essa tecnologia é gigantesco, mas também há perigos. Para começar, não entendemos claramente como o cérebro funciona, e ter nanobots implantados dentro dele é muito arriscado. Mas o mais importante de tudo, devido aos nanobots estarem conectados à Internet, um AI poderoso poderia facilmente acessar nossos cérebros e nos transformar em zumbis vivos se ele decidir se rebelar e exterminar a humanidade.


4. Eles podem sentir emoções

Especialistas da Microsoft criaram um programa artificialmente inteligente que pode “sentir” emoções e conversar com as pessoas de maneira mais natural e “humana”. Chamado Xiaoice, este AI responde perguntas como uma menina de 17 anos. Se ela não conhece o assunto, ela pode mentir. Se ela for pega, ela pode ficar brava ou envergonhada. Xiaoice também pode ser sarcástica e impaciente.

A imprevisibilidade de Xiaoice permite que ela interaja com pessoas como se ela fosse humana. Atualmente, seus criadores estão trabalhando para aperfeiçoá-la. Segundo a Microsoft, a Xiaoice agora entrou em um ciclo de auto-aprendizagem e auto-crescimento e só vai melhorar”. Quem sabe o que Xiaoice poderá fazer daqui à pouco tempo?


5. Eles já podem ser confundidos com humanos

Esta é Yangyang, uma máquina artificialmente inteligente, que cordialmente te comprimento com um aperto de mão e um caloroso abraço. Yangyang foi desenvolvido por Hiroshi Ishiguro, um especialista em robôs japonês, e Song Yang, um professor chinês de robótica.

Ela não é o único robô que estranhamente parece um ser humano. A Universidade Tecnológica Nanyang de Singapura (NTU) também criou um robô artificialmente inteligente. Chamada de Nadine, ela está trabalha como recepcionista da universidade.


6. Eles são capazes de entender nosso comportamento

O Facebook é inegavelmente a plataforma de mídia social mais influente e poderosa atualmente. Toda vez que usamos o site, estamos interagindo inconscientemente com uma inteligência artificial. Durante uma feira em Berlim, Mark Zuckerberg explicou como o Facebook está usando a inteligência artificial para entender nosso comportamento.

Ao entender como nos comportamos ou interagimos com as coias no Facebook, a AI pode fazer recomendações sobre o que podemos achar interessante ou o que se adequaria às nossas preferências. Por enquanto, a tecnologia é capaz apenas de reconhecer padrões e de aprender sob supervisionamento. Porém, é previsível que, eventualmente, sejam capazes de aprender novas habilidades e se aperfeiçoarem por conta própria, algo que poderia melhorar nossas vidas ou nos conduzir para a extinção.


7. Eles estão assumindo nossos postos de trabalho

Muitos de nós temem que os robôs nos exterminem, mas os cientistas dizem que devemos estar mais preocupados com algo menos horripilante, como nossos empregos. Vários especialistas estão preocupados com o fato de que os avanços em inteligência artificial e automação podem resultar em muitas pessoas perdendo seus empregos. Somente nos Estados Unidos, existem 250 mil robôs que realizam trabalhos que os humanos costumavam fazer. O que é mais alarmante é que esse númeVÍro está aumentando em grande velocidade.

Instituições bem respeitadas também realizaram estudos que refletem essa preocupação. Por exemplo, a Universidade de Oxford realizou um estudo que sugeriu que nos próximos 20 anos, 35% dos empregos no Reino Unido serão substituídos por AIs.


Vídeo: 6 Novas Invenções de Inteligência Artificial

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Pedro pedro 31 de outubro de 2018 0 Comments

Como será o futuro com os Robôs?

A tecnologia robótica avança todos os dias a passos largos. Muitos dilemas levantados pela maior inclusão dos robôs na nossa vida se tornam cada vez mais atuais. O caso da competição desigual entre humanos e robôs por um emprego é um bom exemplo de um problema que a sociedade humana adiava para um futuro distante. Por outro lado, à medida que a ciência e a engenharia aperfeiçoam seus desenvolvimentos robóticos, é possível começar a comprar os protótipos atuais com o que, até poucos anos atrás, imaginávamos que seria o futuro.


1. No futuro: Humanos vs. Robôs

Um grupo de pesquisadores realizou um estudo segundo o qual, em apenas 30 anos, os humanos terão que competir com os robôs por vagas de emprego; o que implicaria, em muitos casos, na necessidade de enxertar implantes que tornem os humanos mais robóticos, ou seja, mais eficientes para essa competição. De acordo com o estudo citado pelo jornal britânico Daily Mail, em 2040, o ser humano será submetido aos implantes biônicos nos ouvidos, chips de segurança nos dedos e tudo mais que é inventado para melhorar a aptidão física e mental. De qualquer forma, o estudo afirma que muitos empregos não podem ser desempenhados por robôs, como os que implicam a tomada de decisões e a criatividade; ou, como, por exemplo, a própria construção de robôs.


2. Atualmente: Formigas-robô

Cientistas norte-americanos do SIR International já desenvolveram e construíram formigas-robô que ajudaram a melhorar muito a performance da fabricação de pequenos objetos de vidro, metal ou madeira. Essas formigas trabalhadoras robóticas se movem a uma velocidade de 35cm por segundo e poderiam ser muito úteis na construção de estruturas celulares artificiais ou circuitos elétricos.


3. Eles não serão como Exterminador do Futuro

O que o presente da robótica propõe é bem diferente da imagem difundida no cinema pelo famoso Exterminador do Futuro: serão robôs quase sempre pequenos, flexíveis e compostos de partes macias. Assim é Bubbles, um peixe-robô idêntico a uma tenda, desenvolvido no Instituo de Tecnologia de Massachusetts. Trata-se do primeiro robô autônomo e autossuficiente feito quase inteiramente de partes macias. Acontece que os robôs macios não requerem controle total de seus movimentos (como acontece com os rígidos), por isso são melhores para atuar em ambientes onde não podemos exercer muito controle, como, por exemplo, um lugar devastado por um desastre natural.


Vídeo: QUAL SERÁ O PRÓXIMO ESTÁGIO DA NOSSA EVOLUÇÃO?

https://www.youtube.com/watch?v=zYMYbVK0Z7k

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Pedro pedro 31 de outubro de 2018 0 Comments